Portugal está a perder capacidade de atracção para os imigrantes. E, se o país não for capaz de segurar os imigrantes que tem e atrair novos, vai ficar mais velho e mais pobre, alertam vários especialistas ouvidos pelo PÚBLICO, segundo os quais é urgente colocar um travão à tentação xenófoba que ameaça em tempos de crise.
Esta notícia, que vem na edição do jornal Publico de hoje, é das notícias mais absurdas e desconcertantes das últimas edições deste jornal. Assemelha-se a uma brincadeira de mau gosto. Que especialistas serão estes que promovem a imigração em vez de incentivar a natalidade nacional, com identidade portuguesa, protegendo assim os interesses dos cidadãos portugueses e consequentemente os do país? O jornal adianta ainda:
Por estes dias, os imigrantes representam seis por cento do Produto Interno Bruto (PIB). Em 2007, foram responsáveis por 9,7 por cento dos nascimentos. E uma projecção recente do Instituto Nacional de Estatística (INE) mostra que, sem imigrantes, a população descerá em 2060 aos 8,2 milhões. Muito antes disso, já a sustentabilidade da Segurança Social terá caído por terra.
Segundo estes "especialistas", resolve-se o problema da natalidade e o problema da sustentabilidade da segurança social com importação humana, ignorando o estado das familias portuguesas com défices económicos generalizados e consecutivamente sem condições para terem um segundo filho, para já não falar no primeiro.
Isto parece a temática do aborto. Em vez de se prevenir junto da comunidade, remedeia-se com a despenalização. No caso especifico da imigração, em vez de se prevenir, investindo na qualidade das familias portuguesas, com resultados directos a curto, médio e longo prazo, manda-se vir mão de obra reprodutora, para resolver um problema criado internamente.
Oldie.
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segunda-feira, maio 25, 2009
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