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sábado, março 03, 2007

Telmo Correia prepara candidatura

Lisboa, 02 Mar (Lusa) - O deputado e vice-presidente da Assembleia da República Telmo Correia está a preparar a sua candidatura à liderança da bancada parlamentar do CDS-PP, confirmou hoje à Lusa fonte próxima do ex-candidato à presidência do partido

A mesma fonte referiu à Lusa que Telmo Correia já efectuou "alguns contactos" com essa intenção junto dos seus colegas de bancada e já transmitiu a sua intenção ao presidente do partido, José Ribeiro e Castro.

Contactado pela Lusa, o líder do CDS confirmou o contacto, mas recusou pronunciar-se sobre o seu conteúdo.

O Expresso on-line noticiou hoje a candidatura de Telmo Correia ao cargo de líder parlamentar do CDS-PP, acrescentando que a decisão foi tomada depois de conversações entre o próprio, Paulo Portas, Nuno Melo e os dois vice-presidentes da bancada, que têm assegurado a gestão do grupo parlamentar, Pedro Mota Soares e Nuno Magalhães.

As eleições para a liderança da bancada para a próxima quinta- feira, dia 8 de Março.

O prazo para a apresentação de candidaturas termina 24 horas antes da realização das eleições, ou seja, na quarta-feira.

Telmo Correia ocupou o lugar de presidente do grupo parlamentar do CDS-PP entre 2002 e 2004, altura em que abandona o cargo para integrar o Governo de coligação PSD/CDS-PP liderado por Pedro Santana Lopes como ministro do Turismo.

Depois da derrota eleitoral nas legislativas de 2005, Telmo Correia regressa ao lugar de deputado e ascende a vice-presidente da Assembleia da República.

Caso concretize a sua candidatura e venha a ser eleito, o ex- ministro "ponderará a renúncia ao cargo" de vice-presidente do Parlamento, explicou a mesma fonte.

A Assembleia da República tem quatro vice-presidentes, propostos pelos quatro maiores partidos com assento parlamentar.

Caso Telmo Correia renuncie ao cargo, o CDS poderá propor outro nome para uma das vice-presidências, que será sujeito à votação dos 230 deputados, necessitando, para ser eleito, da maioria absoluta dos votos dos deputados em efectividade de funções (116 parlamentares).

SMA.

Lusa/Fim

Agência LUSA

Reacções...

O presidente da mesa do congresso do CDS-PP, Luís Queiró, acusou o líder do partido de «estar a complicar as coisas» ao propor um congresso, após o anúncio, quinta-feira, da recandidatura de Paulo Portas.

«O dr. Ribeiro e Castro está a complicar as coisas. Era preferível simplificar, fazer as eleições directas que o partido deseja», disse à Agência Lusa Luís Queiró, que é também eurodeputado do CDS.

Para Luís Queiró, «a oposição está hoje em crise» e o partido «tem que chegar a 2009» com capacidade de conseguir nas eleições legislativas «um resultado à altura da história e das ambições» do partido.

Ribeiro e Castro abre próximo congresso


Ribeiro e Castro reage às declarações de Paulo Portas a quem acusa de ser líder da oposição à sua direcção. Garante que ficará na liderança até 2009, mas reconhece que a intervenção do seu antecessor precipitou o congresso.


consultar aqui o artigo do expresso


"Eu fico e sigo até 2009", afirmou Ribeiro e Castro

"Eu sou candidato se houver directas"


Se vencer, Portas promete manter este método de eleição. “Se eu peço para mim a legitimidade que tem o actual presidente do partido, poderia eu alguma vez negar isso a quem viesse depois?

A não perder entrevista hoje no expresso, também disponível aqui.

Está igualmente disponível a entrevista de Paulo Portas a Judite de Sousa na RTP

Situação interna no CDS/PP

Comunicado

A Comissão Política Concelhia (C.P.C.) de Cascais do CDS/PP ontem reunida, analisou a situação política interna do partido na sequência das recentes declarações do Dr. Paulo Portas.


Consideramos que o país precisa que a oposição tenha uma nova liderança e o Dr. Paulo Portas representa essa alternativa.


Neste contexto a C.P.C. de Cascais apela à realização urgente de uma reunião do Conselho Nacional e à marcação das eleições directas para a presidência do partido.



Cascais, 2 de Março de 2007

segunda-feira, janeiro 29, 2007

Referendo: Ultimas Sondagens



É óbvio que o "sim" tem vindo a perder terreno à medida que se aproxima a data do referendo - fenómeno que, aliás, sondagens de outras empresas também têm evidenciado.Embora a vitória do "sim" seja um dado relevante deste estudo, importa não perder de vista que os 33% dos apoiantes do "não", somados aos 13% dos que afirmam "não saber" ou "não responder", perfazem 46% de inquiridos com resistências à despenalização do aborto. Um número suficientemente "pesado" de adversários ou reticentes ao "sim" à despenalização para que seja legítimo concluir que tudo está em aberto - a possibilidade de uma vitória do "sim" ou uma recuperação que acabe a permitir a vitória do "não" - no referendo de 11 de Fevereiro.À partida, olhando os números deste barómetro Marktest, quase que se poderia dizer que o fantasma do referendo não vinculativo (o referendo em que não participam mais de 50 por cento dos eleitores, tal como aconteceu em 1998) estaria afastado do cenário de Fevereiro.Efectivamente, quando interrogados sobre a ida às urnas, 64% do universo dos inquiridos respondem que "vão votar de certeza", enquanto 16,2% afirmam não ir votar "de certeza". Os indecisos sobre a comparência na mesa de voto, aqueles que respondem "talvez vá votar", são 17,5%. Apenas 2,3% afirmam "não saber", quando interrogados sobre esta matéria. Registe-se que são os inquiridos do Grande Porto aqueles que manifestam maior intenção de ir votar no referendo - 73,8% "vão votar de certeza", enquanto essa percentagem desce para 66% na Grande Lisboa. A maior resistência à ida às urnas encontra-se no Interior Norte (apenas 57,7% manifestam intenções claras de votar) e no Sul (57,9% decididos a aparecer nas mesas de voto). E é no Interior Norte que está a maior taxa dos que afirmam "não ir votar de certeza" - 22,3%. Na distribuição por classes sociais, verifica-se que é no estrato "alto e médio-alto" que se encontra a maior percentagem de inquiridos que afirma ir "votar de certeza" - 80%. Na classe média, a maior certeza na deslocação à mesa de voto é de 68% e na classe "média e média-baixa" é de 57%.
Os indicadores por idade revelam que a maioria dos adeptos do "sim" à despenalização do aborto se encontra na faixa etária dos 18/34 anos. É neste escalão que o barómetro regista que 69% dos inquiridos concordam com a despenalização da interrupção voluntária da gravidez, contra 22% que não concordam e um por cento que não sabe ou não responde. Os números favoráveis ao "sim" começam a descer à medida que se avança na escala etária. No intervalo dos 35/54 anos, o número de adeptos do "sim" já desce para 57% e o dos favoráveis ao "não" sobe para 32%. Os indecisos também aumentam para 11 por cento. É entre os maiores de 55 anos que o "não" ganha e há maior percentagem de indecisos. 45% não concordam com a despenalização, 37% concordam e há 18% de indecisos.
Em Outubro passado, o barómetro Marktest dava ao "sim" à despenalização do aborto 63% das intenções de voto; em Novembro, as opiniões favoráveis ao "sim" desciam para 61%; na sondagem que hoje publicamos, o número de apoiantes da despenalização representa agora apenas 54% do universo dos inquiridos.

sexta-feira, janeiro 26, 2007

Taxi Seguro em Cascais

O Sistema Táxi Seguro (STS) é um serviço comum das forças de segurança, cuja gestão cabe à Polícia de Segurança Pública (PSP) . O “Táxi Seguro” é um sistema inovador de dissuasão, prevenção e combate à criminalidade praticada contra os condutores de veículos Táxi e, neste sentido, a sua implementação visa contribuir para o reforço do sentimento de segurança dessa classe profissional.
Assente no recurso às novas tecnologias, nomeadamente ao GPS, este sistema de segurança, permite à PSP determinar, a partir do momento em que o condutor dá o alerta, a localização do táxi e seguir o seu itinerário em tempo real, assim como, o acesso ao som ambiente do interior do veículo.
Este mecanismo de comunicação entre o condutor do veículo táxi e a central pública de alarmes da PSP, permite a percepção do grau de perigosidade de cada situação e, deste modo, o accionamento da resposta operacional mais adequada. Concebido pela Fundação Vodafone Portugal, seguindo as especificações do Ministério da Administração Interna (MAI), o STS encontra-se operacional, desde o dia 01JUL2006.
O sistema está já implementado em 13 concelhos do Distrito de Lisboa.
Neste sentido a autarquia de Cascais e a ANTRAL celebraram, em Setembro de 2005, um protocolo de cooperação que permitiu apetrechar os veículos que operam no concelho com sistema GPS.
"Um investimento na ordem dos 200 mil euros permitiu à autarquia assegurar a instalação deste equipamento nos 194 táxis que exercem actividade no Concelho de Cascais. Todos estes veículos estão ligados à central instalada na sede da ANTRAL, que, por sua vez, dispõe de uma linha telefónica directa à Polícia de Segurança Pública. "