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segunda-feira, novembro 19, 2007

Comunicado da C.M.C. - Aeródromo Municpal de Cascais

Face à distribuição de um panfleto assinado pelo Presidente da Junta de Freguesia de S. Domingos de Rana sobre a próxima reunião da Assembleia de Freguesia de S. Domingos de Rana cumpre-me informar o seguinte:

1. Lamento profundamente que o Presidente da Junta de Freguesia assine um documento panfletário de mau gosto, profundamente demagógico e contendo inverdades gritantes. Tudo indica que as fotografias divulgadas não passam de uma grosseira montagem.

2. A Câmara disponibilizou-se para participar nesta reunião no intuito de esclarecer em profundidade todas as situações e só mantém a presença na mesma por respeito para com os cidadãos convocados para o efeito. Com efeito, perante a manobra e o texto inqualificáveis do Presidente da Junta de Freguesia, fica desde já claro que, ou se retrata e nos apresenta desculpas formais, ou não conta mais com a presença da Câmara em iniciativas que os órgãos autárquicos de S. Domingos de Rana promovam. Estamos disponíveis para trabalhar, esclarecer e dialogar com os Munícipes a propósito de todos os assuntos em iniciativas que nos sejam solicitadas a levar a efeito em colectividades locais, mediante impulso e organização destas ou de associações de moradores, mas não tencionamos alimentar a demagogia do Presidente da Junta de Freguesia.

3. Desde logo, é demagógico afirmar que esta Câmara Municipal recuou "nas suas intenções de expansão do Aeródromo" pelo simples facto de que nunca tivemos intuitos expansionistas para este equipamento no que se refere ao comprimento da pista.

4. Por outro lado, nunca poderia o Presidente da Câmara "ter assegurado que aquela infra-estrutura não iria sofrer alterações" pelo simples facto de que todas as infra-estruturas são susceptíveis de ajustamentos, nomeadamente para introdução de melhorias que beneficiem a envolvente em termos de acessibilidades e de protecção do ruído. O que se disse e mantém, é que o comprimento da pista não iria ser alargado, nem havia a intenção de proceder a expropriações fora do perímetro do Aeródromo.

5. Também não é verdade que o concurso público preveja o "aumento do tráfego aéreo, permitindo ainda a utilização por aeronaves de grande porte", questão que não deixaremos de precisar na reunião prevista. Consequentemente, é também destituída de qualquer fundamento sério a afirmação de que "a concessão poderá significar o agravamento da (...) situação ambiental" e provocar o "aumento dos riscos de acidente na zona". De resto a Câmara manterá plenas competências em matéria de fiscalização das operações.

6. A Junta de Freguesia propõe ainda de que a Câmara "garanta a não alteração das condições actuais da pista e da infra-estrutura, com interdição de aviões de grande porte". Nem a pista nem a infra-estrutura serão alteradas para receber aviões de grande porte pelo simples facto de que não é operacionalmente possível alargar a tipologia das aeronaves que demandam o nosso Aeródromo.

7. Acrescenta a Junta de Freguesia a ridícula proposta de "proibição de novas construções, quer no próprio aeródromo, quer na sua área envolvente". Esta proibição nada tem a ver com a questão em debate e não se vislumbra qual o objectivo vindo ironicamente de quem apoiou uma maioria socialista que cometeu os desmandos urbanísticos que atingiram a Freguesia de S. Domingos de Rana sem a dotar das infra-estruturas viárias e outras que seriam exigíveis.

8. Mais uma vez se intima o Presidente da Junta de Freguesia a esclarecer se pretende encerrar o Aeródromo e eliminar os muitos postos de trabalho e as significativas mais-valias que proporciona à economia do município, o que seria inevitável se fosse seguido o caminho que aparentemente defende com manifesta irresponsabilidade.

9. Aproveito para solicitar ao Sr. Manuel do Carmo Mendes para utilizar para com o signatário o tratamento que decorre das funções para que foi eleito, isto é, Presidente da Câmara Municipal, em reciprocidade com o tratamento de Presidente da Junta de Freguesia que sempre utilizo para com ele e os demais colegas.

António d´Orey Capucho
Presidente da Câmara Municipal de Cascais

David Lynch no Estoril

Porque é que as dívidas dos contribuintes estão na Net e as do Estado não?

sexta-feira, novembro 16, 2007

o ruido da coerencia

A Assembleia de Freguesia de S. Domingos de Rana discutiu ontem o futuro do Aeródromo de Tires. A presença de um aeródromo nesta localidade do concelho tem sido polémica. Isto apesar de ser um equipamento de excelência, infelizmente situação rara naquela freguesia, e de ser responsável por mais de duzentos empregos directos.
A questão é que o ruído incomoda os moradores vizinhos que obviamente reclamam por sossego. É obvio que não podemos simplesmente acabar com as infraestruturas existentes por causa dos incómodos que causam, sejam estas de transportes ou outras. Defender isso seria pura demagogia.
Pois parece ser este o caminho escolhido pelo Presidente de Junta de Freguesia de S. Domingos de Rana. Ignorando os benefícios económicos do aeródromo para a freguesia, opta pelo caminho fácil e demagógico de fazer coro com os vizinhos mais próximos, pois é isso que garante eco e audiência.
Estranho é que quando José Luís Judas prolongou a pista para o aeródromo passar a receber voos charter, o Presidente da Junta ter ficado silencioso. Ninguém ouviu o já então presidente de Junta reclamar com ruído, poluição sonora, ou recear o alargamento.
Estranha a teatral indignação de agora!
Há que ter um mínimo de seriedade e coerência em política.

quarta-feira, novembro 14, 2007

uma questão de tino

Num Ministério da Justiça onde faltam meios para tudo, onde não há verba para investir na recuperação dos tribunais e na modernização dos procedimentos, o Ministro resolveu investir na compra de cinco carros de luxo.
A Justiça em Portugal que já era conhecida pela sua morosidade crónica e nos últimos tempos passou a ser suspeita de falta de isenção, passa agora a exemplo de esbanjamento de dinheiros públicos.
O nível do sistema judicial atingiu o que de pior se faz em Africa.
Africa francófona ou losofona, bem entendido, já que na anglófona a antiga potencia colonial deixou ficar um sistema judicial que até funciona.
Falta juízo na nossa justiça.

terça-feira, novembro 13, 2007

Cascais: Câmara poupou 12,5 milhões com empresa municipal para o Ambiente

Cascais, 13 Nov (Lusa) - A EMAC - Empresa de Ambiente de Cascais, E.M., permitiu já reduzir os gastos da autarquia em 12,5 milhões de euros e serve cerca de 184 mil munícipes através da recolha de lixo, entre outras actividades.

Hoje, durante a comemoração do segundo aniversário da empresa, o presidente do conselho de administração, Rui Libório, fez um balanço "excelente" da actividade de uma equipa "de referência" a nível europeu e apresentou os desafios do próximo ano, congregados sobretudo no projecto "Objectivo 66", a desenvolver no espaço de um ano.

"Trata-se de subordinar ao artigo 66 da Constituição Portuguesa, que regula a defesa do ambiente e a qualidade de vida, toda a nossa estratégia. São doze programas interactivos que estão a arrancar desde a segunda quinzena de Outubro para podermos dizer que criamos condições para que toda a gente cumpra escrupulosamente as regras ambientais", explicou à Lusa Rui Libório.

Há duas semanas teve já início o "EMAC Educa - Aposta no futuro", um conjunto de acções de sensibilização em escolas públicas e privadas que abrange 25.000 crianças e jovens de Cascais e se associa a um programa de gestão e recolha de resíduos nos estabelecimentos de ensino também já em funcionamento.

Os mais novos são também os destinatários de uma campanha de sensibilização ambiental que decorrerá em hospitais, enquanto os artistas do concelho vão ser convidados a criar diferentes peças a partir de resíduos e os proprietários de restaurantes e vendedores de feiras serão incentivados a fazer a triagem do lixo e uma correcta colocação do mesmo nos contentores.

"Há restaurantes e feiras que nem sequer colocam o lixo em sacos e deixam tudo espalhado, pelo que pretendemos endurecer a nossa política de actuação em no primeiro ou segundo trimestre de 2008 e sancionar aqueles que cometem danos expressivos. Não quero começar a multar a partir de determinado dia, mas gostávamos que a população percebesse que todos nós temos de mudar alguns hábitos", afirmou.

Segundo Rui Libório, o "Objectivo 66" inclui ainda um programa de consultoria ambiental, a atribuição de prémios e o projecto "Tutor do Bairro", que consiste na disponibilização de telemóveis a representantes de associações locais para que a EMAC seja alertada o mais rapidamente possível das irregularidades ambientais e de limpeza de cada zona.

Entre os projectos da empresa municipal, encontra-se ainda, a partir de Janeiro, a requalificação de "espaços verdes sem memória", ainda não transformados em jardins.

Via Sapo/Lusa

quarta-feira, novembro 07, 2007

Começa já amanhã...


Começa amanhã um grande evento que traz o melhor do cinema europeu ao Estoril e Cascais.
É de facto um grande evento, com uma excelente programação e que decerto irá elevar o Estoril a um dos principais palcos do cinema Europeu.

A não perder de 8 a 17 de Novembro no Casino Estoril e no Cascaisvilla....

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