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segunda-feira, janeiro 29, 2007

Referendo: Ultimas Sondagens



É óbvio que o "sim" tem vindo a perder terreno à medida que se aproxima a data do referendo - fenómeno que, aliás, sondagens de outras empresas também têm evidenciado.Embora a vitória do "sim" seja um dado relevante deste estudo, importa não perder de vista que os 33% dos apoiantes do "não", somados aos 13% dos que afirmam "não saber" ou "não responder", perfazem 46% de inquiridos com resistências à despenalização do aborto. Um número suficientemente "pesado" de adversários ou reticentes ao "sim" à despenalização para que seja legítimo concluir que tudo está em aberto - a possibilidade de uma vitória do "sim" ou uma recuperação que acabe a permitir a vitória do "não" - no referendo de 11 de Fevereiro.À partida, olhando os números deste barómetro Marktest, quase que se poderia dizer que o fantasma do referendo não vinculativo (o referendo em que não participam mais de 50 por cento dos eleitores, tal como aconteceu em 1998) estaria afastado do cenário de Fevereiro.Efectivamente, quando interrogados sobre a ida às urnas, 64% do universo dos inquiridos respondem que "vão votar de certeza", enquanto 16,2% afirmam não ir votar "de certeza". Os indecisos sobre a comparência na mesa de voto, aqueles que respondem "talvez vá votar", são 17,5%. Apenas 2,3% afirmam "não saber", quando interrogados sobre esta matéria. Registe-se que são os inquiridos do Grande Porto aqueles que manifestam maior intenção de ir votar no referendo - 73,8% "vão votar de certeza", enquanto essa percentagem desce para 66% na Grande Lisboa. A maior resistência à ida às urnas encontra-se no Interior Norte (apenas 57,7% manifestam intenções claras de votar) e no Sul (57,9% decididos a aparecer nas mesas de voto). E é no Interior Norte que está a maior taxa dos que afirmam "não ir votar de certeza" - 22,3%. Na distribuição por classes sociais, verifica-se que é no estrato "alto e médio-alto" que se encontra a maior percentagem de inquiridos que afirma ir "votar de certeza" - 80%. Na classe média, a maior certeza na deslocação à mesa de voto é de 68% e na classe "média e média-baixa" é de 57%.
Os indicadores por idade revelam que a maioria dos adeptos do "sim" à despenalização do aborto se encontra na faixa etária dos 18/34 anos. É neste escalão que o barómetro regista que 69% dos inquiridos concordam com a despenalização da interrupção voluntária da gravidez, contra 22% que não concordam e um por cento que não sabe ou não responde. Os números favoráveis ao "sim" começam a descer à medida que se avança na escala etária. No intervalo dos 35/54 anos, o número de adeptos do "sim" já desce para 57% e o dos favoráveis ao "não" sobe para 32%. Os indecisos também aumentam para 11 por cento. É entre os maiores de 55 anos que o "não" ganha e há maior percentagem de indecisos. 45% não concordam com a despenalização, 37% concordam e há 18% de indecisos.
Em Outubro passado, o barómetro Marktest dava ao "sim" à despenalização do aborto 63% das intenções de voto; em Novembro, as opiniões favoráveis ao "sim" desciam para 61%; na sondagem que hoje publicamos, o número de apoiantes da despenalização representa agora apenas 54% do universo dos inquiridos.

sexta-feira, janeiro 26, 2007

Taxi Seguro em Cascais

O Sistema Táxi Seguro (STS) é um serviço comum das forças de segurança, cuja gestão cabe à Polícia de Segurança Pública (PSP) . O “Táxi Seguro” é um sistema inovador de dissuasão, prevenção e combate à criminalidade praticada contra os condutores de veículos Táxi e, neste sentido, a sua implementação visa contribuir para o reforço do sentimento de segurança dessa classe profissional.
Assente no recurso às novas tecnologias, nomeadamente ao GPS, este sistema de segurança, permite à PSP determinar, a partir do momento em que o condutor dá o alerta, a localização do táxi e seguir o seu itinerário em tempo real, assim como, o acesso ao som ambiente do interior do veículo.
Este mecanismo de comunicação entre o condutor do veículo táxi e a central pública de alarmes da PSP, permite a percepção do grau de perigosidade de cada situação e, deste modo, o accionamento da resposta operacional mais adequada. Concebido pela Fundação Vodafone Portugal, seguindo as especificações do Ministério da Administração Interna (MAI), o STS encontra-se operacional, desde o dia 01JUL2006.
O sistema está já implementado em 13 concelhos do Distrito de Lisboa.
Neste sentido a autarquia de Cascais e a ANTRAL celebraram, em Setembro de 2005, um protocolo de cooperação que permitiu apetrechar os veículos que operam no concelho com sistema GPS.
"Um investimento na ordem dos 200 mil euros permitiu à autarquia assegurar a instalação deste equipamento nos 194 táxis que exercem actividade no Concelho de Cascais. Todos estes veículos estão ligados à central instalada na sede da ANTRAL, que, por sua vez, dispõe de uma linha telefónica directa à Polícia de Segurança Pública. "

terça-feira, outubro 24, 2006

Debate sobre a Lei das Finanças Locais em Cascais

No âmbito da discussão da proposta de alteração à Lei das Finanças das Locais, a Comissão Política Nacional da Juventude Popular promove dois debates sobre o assunto.No Porto, na próxima quarta-feira, dia 25 de Outubro no Café Majestic pelas 21h30. Contaremos com a participação do Sr. Deputado do CDS-PP, membro da Comissão Parlamentar de Orçamento e Finanças, Dr. Diogo Feyo; e com o Sr. Presidente da Câmara do Porto, Dr. Rui Rio.

Em Lisboa, na próxima quinta-feira, dia 2 de Novembro em Cascais no Hotel Cidadela pelas 21h30. Contaremos com a participação do Sr. Deputado do CDS-PP, membro da Comissão Parlamentar do Poder Local Dr. António Carlos Monteiro; e com o Sr. Presidente da Câmara de Lisboa, Eng. Carmona Rodrigues.

sexta-feira, outubro 20, 2006

Referendo sobre o Aborto

Uma Nota da Pastoral do Conselho Permanente Conferência Episcopal Portuguesa sobre o referendo ao aborto foi divulgada hoje.
São apontadas 5 razões para votar "Não" no referendo sobre o aborto que foi aprovado hoje na Assembleia da República.

Leia aqui na integra o Comunicado

quinta-feira, outubro 19, 2006

1 Ano de Mandato do Executivo da C.M.C.


O Centro de Congressos do Estoril recebe, no próximo dia 21 de Outubro, às 17H00, a sessão comemorativa do 1.º aniversário da tomada de posse do Executivo Municipal de Cascais.
Neste primeiro ano do segundo mandato, António Capucho fará um balanço da actividade desenvolvida e apresentará um conjunto de projectos com relevância para o futuro do município.Na ocasião, será ainda apresentada a revista “Cascais”, uma publicação com conteúdos da responsabilidade da Câmara Municipal, que visa dar a conhecer Cascais como palco de importantes eventos e ao mesmo tempo revelar projectos e estratégias delineadas para os próximos anos.A sessão, aberta ao público, contará com a presença de representantes das associações e movimentos da sociedade civil. A cerimónia inicia-se com a actuação do pianista Domingos António.

segunda-feira, outubro 16, 2006

Prós e Contras - Lei das Finaças Locais

Acabei de ouvir o Ministro António Costa dizer que as autarquias locais (no seu conjunto) iriam receber o mesmo em 2007 do que receberam em 2006. Nas contas feitas pelo Jornal Correio da Manhã onde, entre bastantes outros exemplos se dava o de Cascais que, com a aplicação da nova Lei passaria receber cerca de menos 1 milhão de euros (961.982 euros)...

"O Estado devia pagar IMI dos seus serviços e equipamentos" - Saldanha Sanches

Lei das Finanças Locais

A propósito da recente proposta de Lei das Finanças Locais do Governo Socialista muito se tem falado e discutido.
Durante o debate no parlamento na semana passada o Ministro António Costa defendeu a referida proposta debaixo de um fogo cerrado de toda a oposição.
Mais uma vez o CDS realçou a sua atitude de oposição responsável e construtiva apresentado propostas concretas tendo em vista o melhoramento do diploma em comissão. Atitude esta reconhecida pelo próprio ministro que mostrou sensibilidade e abertura as propostas "Registo a postura positiva do CDS, que apresentou propostas que devem ser trabalhadas em sede de comissão".
As entre as propostas apresentadas pelo CDS destacam-se a total autonomia dos municípios face aos 5% das receitas do IRS (ao invés dos 3% previstos na proposta do governo) assim como se sustenta que os municípios deveriam beneficiar de parte do IVA gerado no próprio concelho.
o deputado António Carlos Monteiro explicou que deve ser ponderada a possibilidade de compensar os municípios pela enorme quantidade de pessoas que acolhem durante o dia, como Lisboa, através de uma parte do IVA gerado no concelho. "Lisboa tem de ter dimensionadas as infra-estruturas para o dobro da população residente"
No âmbito do IRC o CDS sugeriu que as câmaras possam baixar a derrama aplicada às (PME´s).
O PSD por seu lado através de Miguel Relvas acusou o governo de, ao mostrar abertura para as propostas, fazer uma “sedução light ao CDS”
Contudo António Carlos Monteiro, afirmou em tom de aviso: «Que fique claro, o CDS-PP não faz fretes ao Governo, mas não é sindicato das autarquias locais».