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quarta-feira, novembro 07, 2007

Começa já amanhã...


Começa amanhã um grande evento que traz o melhor do cinema europeu ao Estoril e Cascais.
É de facto um grande evento, com uma excelente programação e que decerto irá elevar o Estoril a um dos principais palcos do cinema Europeu.

A não perder de 8 a 17 de Novembro no Casino Estoril e no Cascaisvilla....

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Cascais: Capucho faz balanço positivo após 2 anos de mandato

O presidente da autarquia de Cascais, António Capucho (PSD), fez sábado um balanço «muito positivo» dos primeiros dois anos do seu segundo mandato, reiterando a aposta camarária na erradicação de bairros de barracas e de génese ilegal.

Numa cerimónia que marcou o segundo aniversário do actual executivo, no Estoril, António Capucho salientou o rigor da política de gestão financeira do município, reviu um investimento «sem precedentes» na área da Juventude e sugeriu a criação de um organismo que integre os apoiantes da coligação PSD/CDS-PP existente em Cascais, mas que estão mais longe da actividade partidária.

«Lanço aqui o repto de se reflectir, entre os que apoiam o projecto que lidero, se não é de institucionalizar - não direi uma coligação, mas uma associação de direito privado que, comigo ou sem mim, deve planear e projectar até 2013», afirmou o autarca.

«Faço um balanço muito positivo dos últimos dois anos, porque o essencial do que tínhamos projectado está a ser executado. Não fizemos tudo, nem fizemos da melhor maneira - e nestes casos lidámos com uma burocracia muito 'abrasiva', mas considero que foi uma actuação francamente positiva», disse à Lusa.

Do último ano, António Capucho destacou a edificação do Farol-Museu de Santa Marta (o primeiro do género em Portugal), a adjudicação da Casa das Histórias e Desenhos de Paula Rego, a inauguração, até ao final do ano, da Escola de Música e a construção de três extensões de Centros de Saúde, ainda não equipadas na totalidade pela Administração Regional de Saúde.

Entre as grandes apostas da Câmara está também a erradicação dos bairros de génese ilegal - que ascendiam a 250 há seis anos e são hoje menos de metade - , e a extinção, nos próximos dois anos, do Fim do Mundo, o único bairro de barracas ainda existente, depois de o executivo ter demolido as Marianas.

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terça-feira, novembro 06, 2007

o domínio do condominio

Os moradores do Monte Estoril têm protestado por a Câmara ter aprovado um condomínio para os jardins da casa Monterrose. Isto apesar de a Autarquia ter salvaguardado a casa em sí e de ter aprovado indíces de construção bem mais baixos que o PDM permitia.
O problema de fundo está o facto de a legislação de urbanismo proteger, e objectivamente promover, a construção de condomínios:
1. Os projectos de condomínios, ao contrários dos loteamentos, não têm de fazer cedências de terrenos aos municípios para espaços verdes uma vez que se entende que já os possuem no interior do respectivo lote.
2. Os projectos de condomínios pagam menos impostos que os loteamentos porque o terreno teoricamente não é repartido, constituindo um único lote em propriedade horizontal
3. Os projectos de condomínio têm tramites de aprovação bem mais simples que os loteamentos normais.

É assim mais simples, mais barato e melhor negócio construir condomínios em vez de loteamentos.

Esta é uma chaga urbana. Os condomínios apresentam várias inconveniências, entre elas:
Matam a vida das cidades e vilas, deixando de existir verdadeira vivência urbana
constrói uma cidade de muros altos e espaços fechados
promove a divisão do espaço urbano entre zonas abertas, reservadas a pobres e remediados, e zonas fechadas reservadas a ricos
Provoca um sentimento de segurança que se vem a revelar falso, já que ao facilitar a guetização da cidade contribui objectivamente para o aumento da criminalidade de um modo geral
Provoca danos ambientais ao não permitir cedências para espaços verdes

segunda-feira, novembro 05, 2007

O coordenador nacional para a oncologia, Dr. Gouveia, veio expor perante a comissão de saúde da Assembleia Municipal a ideia do Governo sobre a necessidade ou não do futuro hospital de Cascais ter uma unidade oncológica. Resume-se em poucas palavras a ideia do Governo: Concentrar os serviços em Lisboa para poupar dinheiro e permitir que o número de doentes a tratar crie uma “massa critica” suficiente que melhore o tratamento em sí.
Tudo isto seria muito bonito não fora o caso de em Cascais não existirem listas de espera nesta especialidade e os serviços em Lisboa para onde vão ser transferidos os doentes estão já sobrelotados.
Para mais há que contar com o lado humano, tão importante nesta terrível doença. Manter o doente próximo da sua casa e da sua família e fazendo-o deslocar o menos possível é um factor de garantia de alguma qualidade de vida que não é contabilizavel em dinheiro.
João Sande e Castro

segunda-feira, outubro 01, 2007

A não perder...

A não perder hoje no Diário de Notícias as "alegações finais" de Fernando Ribeiro e Castro, Presidente da Associação de Famílias Numerosas e deputado na Assembleia Municipal de Cascais.



Acredita que vão nascer mais crianças em Portugal com os novos apoios à maternidade?

De modo algum, os apoios não vão fazer nascer mais crianças. Apontam numa boa direcção porque apoiam sobretudo a partir do terceiro filho, mas é o mesmo que alguém que fuma dois maços de tabaco por dia anunciar que vai deixar de fumar e passar a fumar menos um maço. Fica na mesma.

Porquê?

Temos uma política fiscal profundamente antinatalista e, antes de se começar por dar incentivos, deveria começar-se por neutralizar toda a política fiscal antifamília. É necessário um casal divorciar-se ou separar-se para poder deduzir 6500 euros por filho no IRS. Quem é casado ou viúvo, quem constituiu formalmente uma família, só pode descontar cento e tal euros por filho. Em vez dos solteiros e divorciados descontarem 6500 euros, todos deveriam poder deduzir 3250 euros por filho.

Que outras medidas defendem?

Reclamamos a dedução do IVA nos bens de primeira necessidade, como os carrinhos, o vestuário... Somos obrigados a ter cadeiras no carro e ainda pagamos 21% de IVA, quando a Coca-Cola paga 5% e o McDonalds 12%.

As vossas reivindicações parecem beneficiar as famílias de maiores recursos e não as que têm menos e mais dependem das políticas sociais.

O IVA é pago por toda a gente..., mas é verdade que as políticas do Governo se dirigem mais às classes baixas. Só que são duas coisas diferentes: uma é a política de assistência social e outra é a política de apoio à família. Uma coisa é transferir rendimentos das classes mais favorecidas para as menos favorecidas e outra é transferir dos que têm menos encargos familiares para os que tem mais. As famílias numerosas é que estão a contribuir para a sobrevivência do sistema social. O que reivindicamos é que as prestações familiares tenham a ver com o número de filhos e não com os rendimentos.

As prestações também têm em conta o número de filhos.

É o rendimento a dividir pelo número de filhos mais um, mas entendemos que o apoio deveria ser universal, independentemente dos rendimentos. É o que acontece nos outros países europeus.

Porque é que se deve apoiar quem tem meios ?

Têm que ter compensação por estarem a contribuir para o aumento da natalidade. Porque em vez de terem filhos podem destruir o dinheiro em outras coisas.

É uma opção...

É uma opção em que o País ganha. O que é absolutamente ridículo é haver benefícios fiscais para os planos poupança reforma, onde a pessoa está a trabalhar para si e o Estado não tira um cêntimo de benefício. E, ainda por cima, vai conceder um benefício fiscal.

quarta-feira, setembro 19, 2007



Realiza-se nos próximos dias 21, 22 e 23 de Setembro a 3ª Edição da Festa da Juventude de Cascais.

Esta mostra reúne várias associações de jovens do Concelho e inclui exposições, debates, concursos e jogos durante 3 dias na Baia de Cascais.



quarta-feira, setembro 05, 2007

Eleições na Concelhia de Cascais do CDS

Realizaram-se na última segunda-feira, dia 3, as eleições para os órgãos concelhios do CDS-PP.
Para a Comissão Política Concelhia apresentaram-se duas Listas. A lista A - Todos por Cascais, encabeçada por Pedro Morais Soares e a Lista B, encabeçada por Tomás Castelo Branco.
Neste votação os resultados foram:
Lista A -190 votos
Lista B - 135
Brancos - 1
Para a Mesa da Assembleia Concelhia apresentaram-se igualmente duas Listas. A Lista A- Todos por Cascais, encabeçada por João Sande e Castro e a Lista B, encabeçada por Vitor Paula Santos.
Resultados apurados:
Lista A - 188 votos
Lista B - 135 votos
Brancos - 3
Parabéns e votos de um excelente trabalho aos eleitos e uma palavra de apreço pelo fair-play demonstrado pela Lista B.